Nunca pensei que teria de fingir-me de morta – A minha luta contra a violência doméstica numa família portuguesa

Nunca pensei que teria de fingir-me de morta – A minha luta contra a violência doméstica numa família portuguesa

Deitada no chão frio da cozinha, com o sabor metálico do sangue a encher-me a boca, olho para cima e vejo o olhar vazio do meu marido, Rui. Naquele instante, percebo que a minha sobrevivência depende de quão bem consigo fingir que já não respiro. Esta é a história da minha fuga do inferno da violência doméstica e de como, depois de tudo, reencontrei forças para voltar a viver.